Mateus Ernesto Alves Marques, Estudante de Direito
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Mateus Ernesto Alves Marques

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Mateus Ernesto Alves Marques, Estudante de Direito
Mateus Ernesto Alves Marques
Comentário · há 7 meses
Boa tarde, colega Manu Messala!

Vi seu comentário hoje de manhã e não tive tempo de responder.

Primeiramente, quero ressaltar que o exposto aqui é fruto - exclusivo - de minha observação, que nem de longe considero livre de erro ou soberana.

Respondendo a pergunta gravada no seu último post, não sou advogado, sequer sou bacharel em direito, ainda. Dito isto, acredito que tal fato não seja tão relevante para o assunto discutido, pois até pessoas não atuantes na área também são capazes de entender esses pontos.

O fato de nós, estagiários, advogados, bacharéis e afins usarmos expressões como "colenda câmara", "nobres julgadores", "douto juízo", "meritíssimo" (que ao pé da letra significa "portador de grande mérito") e não "você", decorre somente da educação, cortesia e fineza que empregamos na profissão, na vida e no trato com os nossos colegas operadores da máquina judicial.

Em que pese ser sedimentado o uso de tais expressões, nada impede - e não existe lei que impeça - o uso do pronome de tratamento "você" quando se dirige a um juiz ou autoridade equivalente. Portanto, a repreensão do aludido Ministro em face da Advogada, principalmente se tratando sustentação oral, se trata ao meu ver de falta de humildade e empatia, no mínimo.

Do mesmo modo, quem estuda para ter saciado ou inflado seu ego, possui falha grave de caráter, pois não há currículo lattes que pague a gentileza cotidiana, o bom senso e solidariedade empregados no exercício de profissões tão importantes quanto as de juiz, promotor, advogado e qualquer outro que trabalhe diretamente e tão contundentemente nos sentimentos humanos. E por fim, a sensibilidade é qualidade indispensável ao ser humano, e não a esta ou aquela profissão.

Em suma, gramaticalmente e juridicamente não há necessidade alguma de chamar qualquer pessoa pelos pronomes que aqui elenquei para demonstrar respeito.

E finalmente, me colocando no lugar da advogada repreendida pelo magistrado, só posso descrever a repreensão em tela com um adjetivo, AVILTANTE!

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